segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

I´m lucky to have you =)



Do you hear me, I'm talking to you
Across the water across the deep blue ocean
Under the open sky oh my, baby I'm trying

Boy I hear you in my dreams
I hear your whisper across the sea
I keep you with me in my heart
You make it easier when life gets hard

I'm lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again
Oooohhhhoohhhhohhooohhooohhooohoooh

They don't know how long it takes
Waiting for a love like this
Every time we say goodbye
I wish we had one more kiss
I wait for you I promise you, I will

I'm lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again
I'm lucky we're in love every way
Lucky to have stayed where we have stayed
Lucky to be coming home someday

And so I'm sailing through the sea
To an island where we'll meet
You'll hear the music, fell the air
I put a flower in your hair

And though the breeze is through trees
Move so pretty you're all I see
Let the world keep spinning round
You hold me right here right now

I'm lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again
I'm lucky we're in love every way
Lucky to have stayed where we have stayed
Lucky to be coming home someday

Ooohh ooooh oooh oooh ooh ooh ooh ooh
Ooooh ooooh oooh oooh ooh ooh ooh ooh

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Há dias que não sabes o que fazer, o que dizer.... Quando estás com alguém o teu pensamento vagueia para outro mundo o teu mundo, enquanto os outros continuam a falar e tu simplesmente não ouves, acto egoísta talvez, mas ...
Temos dias que estamos com alguém a conversa flui da parte da outra pessoa, as lágrimas caem... Mas finges que esta tudo bem finges que estás interessada que queres saber, quando aquilo que queres é algum apoio, apenas isso, sentir que tens alguem ali, que nao te interrompe que absorve cada palavra que dizes... Egoista talvez, mas há dias em que queremos sentir que importamos que os nossos problemas são também importantes para alguém... E quando não sentes isso? Só queres sentir isso, neste dia, é a única coisa que te importa.
Egoísta talvez, se os outros podem porque é que tu nunca podes? E tens de sempre pensar nisso?
Egoísmo, talvez!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

" Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas…Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível…
O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo…
Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria…
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e é mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, banançides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E
valê-la também."

Miguel Sousa Tavares

Apaixonaste-te de verdade ? Já amas-te de verdade? Qual foi a maior loucura que cometeste por amor? Eras capaz de realizar qualquer tipo de sacrifício para que a pessoa que amas não sofra? É isso que o amor puro é? O que procuras? Ou já te cansas-te de procurar o teu amor verdadeiro? Onde encontras o teu amor perfeito? O que fazes para que ele sobriviva a todos os obstáculos?

Amor... faz-te rir e faz-te chorar...

terça-feira, 25 de novembro de 2008


...ComPletamenTe PerdiDa...

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Grace Potter & the Nocturnals- Apologies



Yesterday he said my eyes
Were fading fast away
I said well what do you expect
You asked me not to stay and if it had all been for the best
I wouldn't feel this way
And he said

Oh he said it's crazy
How love stays with me
You know it hurts me
Cause I don't wanna fight this war
It's amazing to see me reading through this scene
Of love and fear and apologies

My love is like a blanket
That gets a little bit too warm sometimes
I wanna wrap somebody in it
Who can hold me in his arms
Cause when it got a little too hot in there
He was always stepping out for air and he froze
Oh he froze

He said it's crazy
How love stays with me
You know it hurts me
Cause I don't wanna fight this war
It's amazing to see me reading through this scene
Of love and fear and apologies

Yesterday he looked at me
With a tear in his eye and said
I'll always tell you you're my friend
I hope i don't have to lie
Cause it's clear you love another man
I said you're damn right

And he said
He said it's crazy
How love stays with me
You know it hurts me
Cause I don't wanna fight this war
It's amazing to see me reading through this scene
Of love and fear and apologies
He said it's crazy
How love stays with me
You know it hurts me
That i didn't figure it out before
And now it's too late for a soliloquy
It's way too late for dignity
It's time for apologies

domingo, 16 de novembro de 2008


CanSadA

domingo, 9 de novembro de 2008

Inspiração....

...perdida...


Procura-se!


Temos momentos da nossa vida, em que parece que estagna-mos, vivemos sem viver, a vida passa por nós e não damos por ela, de tão concentrados que estamos nas nossas coisas, nas nossas obrigações, nos nossos deveres. O que é feito da paixão? Da espontaneidade?
Tudo agora na nossa vida está programada, a inspiração da vida desaparece, como uma furagida, a excitação desvaneceu-se, os dias parecem iguais, tudo é controlado, todos os minutos contados.
Onde está essa inspiração? Que faz com que todos os dias ao acordar-mos nos sintamos vivos, repletos de energia, com medo do desconhecido, mas sempre com a curiosidade a espreitar... Tudo agora é premeditado, nada é espontâneo. Tudo sempre igual, talvez me sinta apenas melancólica, entediada, por falta de algo na vida, mas a verdade é que existem dias que tudo o que queremos é chegar a casa e por a cabeça na almofada e só acordar no outro dia, onde talvez essa inspiração apareça...
Mas será que somos nós que a temos de procurar? Ou será que ela nos encontra?

(imagem de Jozef Stefanka, Inspiration of Movement, 1995)